Esse capítulo também é uma coletânea de ensinos maravilhosa. Talvez seja um dos mais citados. Encontramos nele a passagem que nos convida a nao julgar (Mt7, 1 e 2), o cisco e a trave (Mt7,3-5), as pérolas aos porcos (Mt7,6) e o pedir o obter/ busque e acharás/ batei e será aberto (Mt7,7-11), a máxima de fazer ao outros o que gostaríamos que nos fosse feito (Mt7,12), a porta estreita (Mt7,13 e 14), os falsos profetas e as árvores que conhecemos pelos frutos (Mt7,15-20), a orientação para seguirmos a vontade do Pai (Mt7, 21-23) e as casas construidas sobre a rocha e sobre a areia (Mt7,24-27).
Ufa! São realmente muitos...
E Mateus faz questão de destacar, para finalizar o capítulo, que Jesus "ensinava como quem possui autoridade" (Mt7,29). O que nós faz refleter sobre a "autoridade" que temos para repetir cada um deles aos nossos irmãos...
08/04/2009
Cap. 5
Começa nesse capítulo o conjunto (belíssimo) de ensinamentos que estamos acostumados a chamar de Sermão da Montanha. Esse nome parece fazer referência ao versículo 1 desse capítulo (" Vendo aquela multidão de povo subiu ao monte (...)")que descreve a atitude inicial de Jesus para ensinar ao seus discípulos neste momento específico.
O Sermão inicia-se com as Bem-aventuranças, e com quatro versos que trabalham a idéia de ser "luz do mundo" e "sal da terra".
Em seguida Mateus lista o que muitos entendem como sendo os fundamentos da Nova Lei: reconciliação com os adversários (Mt 5, 21-26), reto proceder interior e exterior (Mt 5, 27-30), instruções sobre o divórcio (Mt 5, 31 e 32), veracidade no proceder (Mt 5, 33-37), a genrosidade para ofertar a outra face (Mt 5, 38-42) e o amor aos inimigos (Mt 5, 43-48). Não sem antes fixar Jesus como aquele que veio cumprir e aperfeiçoar a Lei e não destruí-la (Mt 5, 17).
O Sermão inicia-se com as Bem-aventuranças, e com quatro versos que trabalham a idéia de ser "luz do mundo" e "sal da terra".
Em seguida Mateus lista o que muitos entendem como sendo os fundamentos da Nova Lei: reconciliação com os adversários (Mt 5, 21-26), reto proceder interior e exterior (Mt 5, 27-30), instruções sobre o divórcio (Mt 5, 31 e 32), veracidade no proceder (Mt 5, 33-37), a genrosidade para ofertar a outra face (Mt 5, 38-42) e o amor aos inimigos (Mt 5, 43-48). Não sem antes fixar Jesus como aquele que veio cumprir e aperfeiçoar a Lei e não destruí-la (Mt 5, 17).
05/04/2009
Mateus, cap. 4
O quarto capítulo começa relatando as tentações de Jesus no deserto, após ele ser conduzido até lá pelo Espírito. Após quarenta dias e quarenta noites de jejum, o Mestre encontra com o tentador que lhe faz três propostas: para saciar a sua fome, para receber a proteção dos anjos ao se lançar do alto do templo e por último, para que o Mestre o adorasse. Jesus responde-lhe sempre citando algo que já estava escrito e tendo em comum nessas três respostas, referências diretas sobre Deus de forma elevada. Após as tentações, fica sabendo da prisão de João, vai para a Galiléia, sai de Nazaré e habita em Cafarnaum. Começa a pregar pedindo o arrependimento pois era "chegado o reino dos céus" (MT 4:17). Encontra junto ao mar os irmãos pescadores Simão Pedro e André. Após esses o seguiram, Jesus encontra com Tiago e João, filhos de Zebedeu, que deixam o pai e o barco que estavam, para também seguirem o Mestre. Sua fama se espalhou por várias regiões, após ensinar, pregar e curar. "E seguia-lhe uma grande multidão..." ( Mt 5:25)
Mateus, cap. 2
O segundo capítulo conta o nascimento de Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes. Uns magos procuravam pelo menino que cumpriria a professia do nascimento daquele que iria guiar o povo de Israel.( MT 2:6) Encontrando com Herodes, esse os manda que seguissem a professia e fossem à Belém e, achando a criança, o avisasse para que ele o adorasse também. Os magos partiram, encontraram Jesus com sua mãe, mas avisados por um sonho, não voltaram à Herodes. José em sonho também é avisado da intenção de Herodes de assassinar a criança e foge para o Egito, conforme o pedido do anjo. O rei Herodes manda matar todos os meninos de Belém e proximidades, de dois anos para baixo, o que já tinha sido profetizado por Jeremias ( Mt 2:18). Depois da morte do rei Herodes, José tem outro sonho e vai para a Galiléia, habitar em Nazaré.
04/04/2009
Quem somos...
Luzes que se iluminam a cada instante,
que aprendem, que buscam,
que sentem...
Somos paz.
Somos Amor.
Somos.
Simplesmente somos...
Espíritas Cristãos,
que vão e que se encontram,
que alcançam as estrelas,
do além do saber...
Na Alma, um chamado...
Na essência, um encontro...
Nasce asas de uma flor,
Nasce plenitude de um vôo,
Saõ os alcances da ave Cristo:
o Divino pouso do Amor!
Somos Filhos, somos Irmãos!
Somos suave reencontro,
A Divina Borboleta,
que achou um Coração!
E assim sempre seremos:
do Evangelho canção
ao Amor melodia,
Simplesmente somos Irmãos,
Da Eterna Paz Alegria!
que aprendem, que buscam,
que sentem...
Somos paz.
Somos Amor.
Somos.
Simplesmente somos...
Espíritas Cristãos,
que vão e que se encontram,
que alcançam as estrelas,
do além do saber...
Na Alma, um chamado...
Na essência, um encontro...
Nasce asas de uma flor,
Nasce plenitude de um vôo,
Saõ os alcances da ave Cristo:
o Divino pouso do Amor!
Somos Filhos, somos Irmãos!
Somos suave reencontro,
A Divina Borboleta,
que achou um Coração!
E assim sempre seremos:
do Evangelho canção
ao Amor melodia,
Simplesmente somos Irmãos,
Da Eterna Paz Alegria!
01/04/2009
Mateus, cap. 3
Nesse capítulo João Batista é caracterizado como o precursor anunciado pelos profetas. Mateus descreve ainda como era sua vida no deserto, suas pregações e como ele se referia ao messias : "outro mais forte que eu (...) que vos batizará no Espírito Santo e no Fogo" (Mt 3,11). No final do capítulo do capítulo narra-se o batizado de Jesus.
31/03/2009
Mateus, cap. 1
Mateus incia seu evangelho descrevendo as gerações que separam Jesus de Abrão ou, melhor dizendo, os três grupos de 14 gerações que unem José "esposo de Maria, da qual nasceu Jesus" ao patriarca. Logo em seguida em explica como foi a origem de Jesus, narrando sob um ponto de vista que privilegia os acontecimentos evolvendo diretamente José (decisão de abandonar Maria, visita do anjo, aceitação de Maria como esposa).
Nesse capítulo é feita a citação da profecia de Isaías (Is 8,8-10) que diz que o Messias nasceria de uma virgem.
Nesse capítulo é feita a citação da profecia de Isaías (Is 8,8-10) que diz que o Messias nasceria de uma virgem.
O Evangelho Segundo Mateus
Mateus é o cobrador de impostos chamado a seguir Jesus (Levi) e é o mais antigo dos quatro embora sua sua datação seja muito controversa. Para nós basta saber que foram os seus escritos os primeiros, lidos por Estevão (ainda quando era Jeziel e mais ainda depois), por Paulo (também ainda quando era Saulo e mais ainda depois) por João Marcos, por Lucas e Pedro e muitos outros do cristianismo primitivo, como nos diz Emmanuel (livro Paulo e Estevão, editora Feb).
É tradição dizer que esse evangelho foi escrito para os judeus, o que faz algum sentido, considerando que o grande moviemnto entre os pagãos (promovido por Paulo e outros) ainda não havia começado e pela quantidade de referências, sem maiores explicações para o leitor, ao Velho Testamento e a costumes e expressões tradicionais desse povo. Originalmente teria sido escrito em aramaico, mas desse original não se tem mais notícia. Consultamos hoje traduções das versões em grego desse original.
Ou seja, o evangelho atribuido a Mateus é o primeiro passo, e já nos convida a muito estudo, para entender melhor o que significam certas refências de uma cultura que não é a nossa mas que, em algum sentido, foi a compartilhada por Jesus e seus discípulos.
É tradição dizer que esse evangelho foi escrito para os judeus, o que faz algum sentido, considerando que o grande moviemnto entre os pagãos (promovido por Paulo e outros) ainda não havia começado e pela quantidade de referências, sem maiores explicações para o leitor, ao Velho Testamento e a costumes e expressões tradicionais desse povo. Originalmente teria sido escrito em aramaico, mas desse original não se tem mais notícia. Consultamos hoje traduções das versões em grego desse original.
Ou seja, o evangelho atribuido a Mateus é o primeiro passo, e já nos convida a muito estudo, para entender melhor o que significam certas refências de uma cultura que não é a nossa mas que, em algum sentido, foi a compartilhada por Jesus e seus discípulos.
Os evangelhos canônicos
Estudaremos aqui, inicialmente, os quatro evangelhos escritos que são aceitos pelo Cânon da Igreja e o livro dos Atos dos Apóstolos. Mas antes de iniciar o estudo de cada um desses livros é interessante fazer uma introdução que pense o conjunto e de certa forma o apresente.
Os autores em questão são quatro: Mateus, Marcos, Lucas (que também é o autor de Atos) e João, Falaremso com mais cuidado de cada um deles ao inciniar o estudo de seus escritos propriamente ditos. Ao escrever, os três primeiros autores utilizam a mesma estrututa, podendo cada envangelho ser dividido em quatro grandes partes: a pregação de João Batista e o batismo de Jesus; o ministério na Galiléia; a viagem para Jerusalém e a paixão, morte e ressureição de Jesus. São os chamados Sinóticos (mesmos olhos), pois oferecem um olhar muito parecido sobre a história que contam, olham para muitos pontos em comum. A estes se reune João, com um olhar novo e belo.
Cada um escreve em um momento, preferencialmente para um certo público e portanto com alguma inteção de realização mais ou menos imediata. Muitos estudiosos destacam, por exemplo, que nenhum deles queria contar a história de Jesus, tanto que muitos fatos não foram mencionados, a ordem cronológica não é priorizada e grande parte do que chamamos "fatos" são esquemas que servem de ação exemplar (a viagem a Jerusalém parece ser um desses casos pois é única nos Sinóticos e cinco segundo João). Para estes estudiosos a inteção de nossos queridos autores era fornecer material para a pregação, o estudo e ainda demonstrar sua própria fé.
Será isso mesmo?
E nós, o que temos haver com essa história toda?
O que os Atos nos acrescentam?
São essas algumas das muitas questões iniciais, outras tantas virão...
Que o Mestre nos ilumine nessa caminhada!
Os autores em questão são quatro: Mateus, Marcos, Lucas (que também é o autor de Atos) e João, Falaremso com mais cuidado de cada um deles ao inciniar o estudo de seus escritos propriamente ditos. Ao escrever, os três primeiros autores utilizam a mesma estrututa, podendo cada envangelho ser dividido em quatro grandes partes: a pregação de João Batista e o batismo de Jesus; o ministério na Galiléia; a viagem para Jerusalém e a paixão, morte e ressureição de Jesus. São os chamados Sinóticos (mesmos olhos), pois oferecem um olhar muito parecido sobre a história que contam, olham para muitos pontos em comum. A estes se reune João, com um olhar novo e belo.
Cada um escreve em um momento, preferencialmente para um certo público e portanto com alguma inteção de realização mais ou menos imediata. Muitos estudiosos destacam, por exemplo, que nenhum deles queria contar a história de Jesus, tanto que muitos fatos não foram mencionados, a ordem cronológica não é priorizada e grande parte do que chamamos "fatos" são esquemas que servem de ação exemplar (a viagem a Jerusalém parece ser um desses casos pois é única nos Sinóticos e cinco segundo João). Para estes estudiosos a inteção de nossos queridos autores era fornecer material para a pregação, o estudo e ainda demonstrar sua própria fé.
Será isso mesmo?
E nós, o que temos haver com essa história toda?
O que os Atos nos acrescentam?
São essas algumas das muitas questões iniciais, outras tantas virão...
Que o Mestre nos ilumine nessa caminhada!
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